sexta-feira, 14 de setembro de 2018

A Esperança não (é a última que) morre...

Dizem por aí
que a esperança
é a última que morre
Será que é assim?
Ela leva um tiro?
Sofre um acidente?
Tem um ataque cardíaco?
Morre velhinha ou sem avisar?

Não... a esperança morre
Len-ta-men-te...
Sua morte é dolorida
Sofremos a cada decepção
A cada segundo,
Feito doença terminal
Que não tem data pra ter fim
Que não tem hora pra piorar
Que avisa, mas recua
Nas nossas forças pra não desistir
No amor que é forte
Na saudade que arrebata
Nos bons momentos
De superação

A esperança não é a última
Nem a primeira
Nem tem sequência
Não está em ordem
É alimentada pelo querer
E destruída pela realidade
É acariciada pelo amor
E maltratada pelo dia a dia
A esperança persiste em mim
Uma luta interna que grita
Às vezes grito de luta
Por outras grito de dor

A esperança existe
Mesmo depois de morta.
Ela é reencarnada
Em toques de amor
Sem fim.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Um Voo para a Arte

A arte é assim: leve
É capaz de me levar longe
Flutuando 
É um doce acalento 
Na m’alma
Um sopro de esperança 
Nessa vida de incertezas

A arte acalma meus dias
Libera minhas angústias
E me faz ver a beleza
De flutuar no meu ser

Espero que a brisa me leve
Sempre em direção a arte
Pois ela é meu refúgio 
Esconderijo secreto
Do meu amor

E assim, ouvindo melodias
Voando na beleza 
Recitando versos
E amando 
Vivo!


Poema de Tatiana Nunes de Oliveira

Imagens retiradas do vídeo publicado no Facebook por Colectivo Dignidad Arte:
https://www.facebook.com/1095021070623418/videos/1578123965646457/
Excelente.... lindo show, em uma das ruas mais belas de bucareste


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Here or there

You are there
Walking
I am here
Thinking
You are there
Near the beach
I’m here
Without speech
You are there
I am here
But both of us
Are feeling
Our love!
💜💜💜

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Sonho ou viagem?

Contagem regressiva
Em números e arte
Romance fez parte
E o momento
chegou

Encontro de olhares
Sorrisos e almas
É preciso calma
Por isso o casal
No embarque esperou

Portas em automático
A caminho do céu
Pra lua de mel
O avião já
Voou

Tudo mais que perfeito
Todos aqueles doces momentos
Jamais vão sair da memória
Agora é uma linda história
De AMOR!
💜🦋💜🦋💜🦋💜🦋💜🦋💜🦋

domingo, 5 de novembro de 2017

Música, melodia
Dança e ritmo
Despertam mudanças
Ecoam sons
Embalam corpos
Vibram tons

Transformam as cores
Preparam sentidos
Acordam cupidos
Provam sabores

Músicas, melodias
Canção ao  luar
É tempo de estar
Em qualquer lugar!
É tempo de magia
de fazer sonhar!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Estou mais segura do que quero. E agora sei que quero voltar a escrever no meu blog. Não sei para quem escreverei. Ou melhor, sei! Vou escrever para mim!

Estou numa fase de busca. Quero algo diferente do padrão que mantive nos últimos anos. Sinto que a borboleta está saindo do casulo. Não interessa se o mundo enlouqueceu. Ou se sou eu a maluca. O que importa é sentir!

Por que as pessoas têm que ser tão racionais? Será que o mundo não percebeu que deve haver equilíbrio? Muitos não perceberam. O difícil é ter que conviver com pessoas que sentem medo de sentir. Sen - ti - men - to. Eita palavra estranha. Tenho que pesquisar sua etimologia. Talvez, assim, consiga entendê-la melhor.

Madrugada. Há tantos sentimentos borbulhando... gosto da palavra "borbulhar"... me vejo olhando para a água esquentando, esquentando, esquentando... ops! Bor bu lhas! Consigo ouvir a musicalidade das bolhas. E, falando em música, umtexto que escrevi em 19 de outubro:

"Eu te amo como uma música inédita, linda e emocionante. Uma canção de amor. Sim, eu me permiti viver esse amor. Eu quis ouvir essa música..."

Aí me pergunto: há motivos para arrependimentos? Jamais! É hora de enfrentar as decisões. Decidi, ouvi, me emocionei. Agora a emoção é outra. Afinal, não se ama sozinha. O verbo amar  é plural. Ele é, por natureza, mais de um. E se o amor não é valorizado, deixa de ser amor, passa a ser saudade.

E, assim, estou aberta e pronta para amar de novo... porque sei que, no universo, um amor real e possível me espera. 

Em 18 de outubro:

"Estamos dividindo. Dividindo amor, angústias, momentos... vivendo uma linda história. Adorei! É uma história! Estou feliz por viver essa história.

Rodopiando no meio do furacão, e, mesmo assim, feliz.
Vento forte me levando, e eu? Feliz!
Preocupada e, muitas vezes confusa, porém, feliz!

E, principalmente, reunindo lembranças boas. Elas estão ficando marcadas, registradas na minh´alma, na minha vida.

O resto, está indo com o vento... e quero viver cada toque, cada sabor, cada perfume, cada som... que venham melodias para nos embalar. As melodias podem variar, às vezes agradam, outras pertubam... ou simplesmente ecoam pra nos despertar "vida":

Um rock metal descontrolado e sem ritmo, ou batidas de filme de suspense...
Um blues, um jazz.
Ou quem sabe um mantra.
Uma valsa, um jingle. Uma cantiga de ninar.
Um soul para acalmar.
No meio, uma quizumba de oxalá, um funk com letra indecentemente ruim, ou um sertanejo de mau gosto.
Clássico de Mozart, ou nossa música que aparece de repente!
Aquela que vem pra emocionar!
Just because: all of me, loves, all of you!
Is you, is you!
Everything!
One day, after another!

E os dias estão indo com o vento... assim deixarei fluir... o amor vai fluindo, indo embora com o vento, até tornar-se esquecimento. Ou se imortalizar na fantasia.

Lembrei do texto: uma ideia toda azul, de Mariana Colassanti. Era uma ideia tão linda, tão maravilhosa. E foi guardada. Deixou de ser vivida. Quando foi ser resgatada, estava nova, intacta, mas já não era mais tempo. Morreu no tempo? Não... a ideia não. Mas o dono dela já não podia mais colocá-la em prática. Porque o tempo é cruel, às vezes...

Texto que merece ser relido! 






segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Here, there and nowhere

I am feeling so lost today... Where can I find me?
Maybe inside some flying song...